
Um som fino de arame corta a praça no fim da tarde. Nara abre caminho e vê oito pessoas em pé, uma de frente para a outra. Um homem toca o berimbau e marca o tempo com o corpo.
Dois deles entram no meio e começam a girar bem lento. Os pés passam perto do rosto, e ninguém encosta em ninguém. O jogo parece briga e parece dança ao mesmo tempo.
Um dos jogadores tira o relógio e entrega para Nara. Ele não explica nada e volta para a roda na hora. Nara segura o relógio com as duas mãos, sem entender.